sábado, novembro 15, 2025

Jogou fora o laço, o abraço, a ternura, o amor. O perfume das flores no caminho não é o lamento final. A poesia é ímpar e voou entre labirintos, taças de vinhos e sem hora para tocar o sino. Ouviu canções e tudo que importava era o hoje e nada mais. O sorriso lindo, o beijo ácido, a janela exposta na parede salmão. Hoje a capa de revista das fotografias armazenadas na memória. Perdeu, disse o ladrão! Ventania e as cavernas, mares e barquinhos, céu com sol e luar. Estrela solitária a navegar no horizonte das aquarelas, e os ecos da alma limpa. A vida pode parecer teatro cheios ensaios de muitas interpretações, mas é unica em a lapidar diamantes. Voa passarinho! Lubebas

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