domingo, novembro 30, 2025

Ela não fechou portas e janelas. Ela voou entre labirintos e café. O mar trouxe barquinhos perdidos. Contam que ela navegou entre cores e flores e viveu na ilha distante por muitos ciclos. Pedras e marfim no futebol na televisão e filmes que resgatan bons momentos. A ciranda é o lamento final. A linha do carretel tem cerol, mas a pipa é bonita e enfeita o céu. Não importa a nudez do tempo. Agora não faz sentido nenhum o olhar confuso da balança. Restou o tempo final. Lubebas

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