"Gravuras, séries de desenhos, fotos, pensamentos e Poemas" Autoria: Lubebas - ( lbbassani@gmail.com)
segunda-feira, maio 26, 2014
Canção das mulheres ... Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais. Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta. Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor. Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso. Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes. Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais. Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida. Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!'' Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize. Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire. Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso. Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher. Lya Luft
“Benditas coisas que eu não sei... Os lugares onde não fui... Os gostos que não provei... Meus verdes ainda não maduros... Os espaços que ainda procuro... Os amores que eu nunca encontrei... Benditas coisas que não sejam benditas... A vida é curta... Mas enquanto dura... Posso durante um minuto ou mais... Te beijar pra sempre o amor não mente, não mente jamais... E desconhece do relógio o velho futuro... O tempo escorre num piscar de olhos... E dura muito além dos nossos sonhos mais puros... Bom é não saber o quanto a vida dura... Ou se estarei aqui na primavera futura... Posso brincar de eternidade agora... Sem culpa nenhuma”. “Benditas”, de Mart’nália e Zélia Duncan
"Às vezes quando, abatido e humilde, a própria força de sonhar se me desfolha e se me seca, e o meu único sonho só pode ser o pensar nos meus sonhos, folheio-os então, como a um livro que se folheia e se torna a folhear sem ter mais que palavras inevitáveis. É então que me interrogo sobre quem tu és, figura que atravessas todas as minhas visões demoradas de paisagens outras, e de interiores antigos e de cerimoniais faustosos de silêncio. Em todos os meus sonhos ou apareces, sonho, ou, realidade falsa, me acompanhas. Visito contigo regiões que são talvez sonhos teus, terras que são talvez corpos teus de ausência e desumanidade, o teu corpo essencial descontornado para planície calma e monte de perfil frio em jardim de palácio oculto. Talvez eu não tenha outro sonho senão tu, talvez seja nos teus olhos, encostando a minha face à tua, que eu lerei essas paisagens impossíveis, esses tédios falsos, esses sentimentos que habitam a sombra dos meus cansaços e as grutas dos meus desassossegos. Quem sabe se as paisagens dos meus sonhos não são o meu modo de não te sonhar? Eu não sei quem tu és, mas sei ao certo o que sou? Sei eu o que é sonhar para que saiba o que vale o chamar-te o meu sonho? Sei eu se não és uma parte, quem sabe se a parte essencial e real, de mim? E sei eu se não sou eu o sonho e tu a realidade, eu um sonho teu e não tu um Sonho que eu sonhe?
Que espécie de vida tens? Que modo de ver é o modo como te vejo? Teu perfil? Nunca é o mesmo, mas não muda nunca. E eu digo isto porque o sei, ainda que não saiba que o sei. Teu corpo? Nu é o mesmo que vestido, sentado está na mesma atitude do que quando deitado ou de pé. Que significa isto, que não significa nada?"
"Nossa Senhora do Silêncio"
Bernardo Soares
(heterônimo do poeta português Fernando Pessoa)
"Livro do Desassossego" (Ática, 1982)
domingo, maio 25, 2014
quinta-feira, maio 22, 2014
quarta-feira, maio 21, 2014
segunda-feira, maio 19, 2014
sexta-feira, maio 16, 2014
quinta-feira, maio 15, 2014
A vida ensina todos os dias que estamos na escola da vida. Somos passageiros de um trem que navega todos os dias avançando novas estações. Vamos seguindo, outros descendo. Vamos caminhando na paz. A vida é uma lição todos os dias. Temos as escolhas sempre em nossas mãos. Temos as tintas e os pincéis. O que fazer com eles? - A escolha sempre será sua! De: Lubebas
quarta-feira, maio 14, 2014
terça-feira, maio 13, 2014
Um "ColiBBri" nasceu na simplicidade dos dias de luz. Anos luz vou desenhando sem ilusão. Sou VATE com os pés na estrada da vida. Tenho meus luares e meu sol de cada dia. Vivo sem pressa e sem fechar a janela do amanhecer...O "CoLiBBri" voa e pousa como se a vida fosse uma eterna roda gigante. O Bom das ilusões de uma gravura é que somos o que somos.O bom da luz das estrelas é que ali reside saudades no plural...O coração sempre soube tocar o rebanho da solidão necessária e íntima. A vida sempre me viu levar na cintura uma arma - Meu caderninho e lápis.Essa é a minha estória!!!De: Lubebas
Eu aprendi a colorir meu mundo... Eu aprendi a colorir meu mundo com dois caminhos simples. O sim e o não! Os dias são azuis, mas também nublam muitas vezes. O melhor da vida é deixar que sua paz navegue na alma com poesia. Eu sigo cada onda de mar como se fosse um gaivota solitária e feliz... Sou o luar mais intenso diante de fiéis estrelas azuis. Se choro ou se sorrio, sempre deixo a mágica do aprendizado me guiar num barquinho de papel que lancei ao mar... De: Lubebas
A vida ensina todos os dias que estamos na escola da vida. Somos passageiros de um trem que navega todos os dias avançando novas estações. Vamos seguindo, outros descendo. Vamos caminhando na paz. A vida é uma lição todos os dias. Temos as escolhas sempre em nossas mãos. Temos as tintas e os pincéis. O que fazer com eles? - A escolha sempre será sua! De: Lubebas
A VIDA TERÁ DOIS CAMINHOS A SEGUIR...ESCOLHA UM E VÁ SEM MEDO DA ESCOLHA. O APRENDIZADO TERÁ VALIDO A PENA SE SOUBERES DESENHAR SEMPRE O AMOR COM FÉ, ESPERANÇA, LUZ E PAZ. A VIDA É LIGEIRA E SEM RASCUNHOS. CAIA E LEVANTE SEMPRE. OUÇA DEUS E DEUS TE GUIARÁ SE O CAMINHO ESCOLHIDO FOR DE AMOR E VERDADE...LUBEBAS COLIBBRI
A cor mais bonita vem de um planeta azul e dentro dele guardo meu tesouro. A VIDA! Dentro de cada dia a luminosidade dos sonhos me fazem crer que somos o que plantamos. Quero conhecer-me e conhecer cada amanhacer livre e dos amigos. Assim trocamos conversas e aprendemos que a vida nada mais é que um dia de cada vez... De: Lubebas
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