segunda-feira, março 23, 2026

Desenhei no caminho uma flor singela. Depositei lembranças nas estradas. Vesti-me de luares e fui viver. Não importa o tamanho do silêncio, do abismo ou das saias do destino: sigo respeitando todos os sinais e ciclos. Não importa a nudez do tempo; jamais deixei de sonhar. Sigo o trem azul, entre as estrelas e as conchinhas do mar. Lubebas

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