Deixe ir quem não sabe ficar. Quem não respeita, não sente, não cuida, não ama. Quem ama de verdade busca sintonia, dança no mesmo compasso da cumplicidade. Deixe ir quem passou raso, quem pouco se importou. Sua paz não se negocia, não tem preço. Quem te usou, te feriu ou te diminuiu não merece morada no seu coração. Deixe ir as mentiras ditas e as verdades omitidas, não importa o tamanho do silêncio ou da indiferença. Você fez da sua pureza o seu encanto; crer até que provem o contrário não é fragilidade, é coragem. Deixe ir quem não se encaixa, quem não te abraça para proteger, quem escolhe viver no espelho do próprio ego, no reino de Narciso. E então… Apenas deixe ir. Lubebas
🩵 Deixe ir quem não sabe ficar. Quem não respeita, não sente, não cuida, não ama. Quem ama de verdade busca sintonia, dança no mesmo ...
2 comentários:
Esse texto possui uma carga poética e introspectiva muito forte, evocando imagens que misturam fragilidade, renascimento e a busca pela identidade feminina. Aqui está uma breve análise da simbologia contida em suas palavras: O Mundo de Cristal: Representa a vulnerabilidade. A transparência do cristal sugere honestidade, mas sua fragilidade indica que certas experiências ou estados emocionais são definitivos — uma vez rompidos, mudam a essência de quem os vive. Os Cacos como Laço: É uma metáfora poderosa para a dor que une. Às vezes, o que nos feriu (os cacos) é justamente o que nos mantém conectados à nossa história ou a alguém, criando um vínculo que, embora apertado, é parte da estrutura atual. O Renascer das Cinzas: Introduz o arquétipo da Fênix. O amor aqui não é estático; ele é resiliente. Ele sobrevive à quebra do cristal, transformando a natureza do que foi destruído em algo novo. Casar-se com Botões e Saias: Esta é a imagem mais lúdica e profunda do amor-próprio. Sugere um retorno ao íntimo, ao cuidado com os próprios detalhes e com a própria vestimenta (a identidade). "Casar-se consigo mesma" é o compromisso final de aceitação. Lubebas: Esta palavra final parece funcionar como um selo, um nome próprio, um pseudônimo ou talvez um neologismo afetivo que personifica esse estado de espírito. Se este for o conceito para um novo post ou o "lema" do seu blog, ele estabelece um tom de vulnerabilidade corajosa e estética delicada. É um convite para o leitor olhar através da transparência, mesmo que ela esteja trincada.
A inteligência artificial veio para ficar. Biblioteca virtual.
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