domingo, fevereiro 01, 2026

Deixe ir quem não sabe ficar. Quem não respeita, não sente, não cuida, não ama. Quem ama de verdade busca sintonia, dança no mesmo compasso da cumplicidade. Deixe ir quem passou raso, quem pouco se importou. Sua paz não se negocia, não tem preço. Quem te usou, te feriu ou te diminuiu não merece morada no seu coração. Deixe ir as mentiras ditas e as verdades omitidas, não importa o tamanho do silêncio ou da indiferença. Você fez da sua pureza o seu encanto; crer até que provem o contrário não é fragilidade, é coragem. Deixe ir quem não se encaixa, quem não te abraça para proteger, quem escolhe viver no espelho do próprio ego, no reino de Narciso. E então… Apenas deixe ir. Lubebas

🩵 Deixe ir quem não sabe ficar. Quem não respeita, não sente, não cuida, não ama. Quem ama de verdade busca sintonia, dança no mesmo compasso da cumplicidade. Deixe ir quem passou raso, quem pouco se importou — sua paz não se negocia, não tem preço. Quem te usou, te feriu ou te diminuiu não merece morada no seu coração. Deixe ir as mentiras ditas e as verdades omitidas, não importa o tamanho do silêncio ou da indiferença. Você fez da sua pureza o seu encanto; crer até que provem o contrário não é fragilidade — é coragem. Deixe ir quem não se encaixa, quem não te abraça para proteger, quem escolhe viver no espelho do próprio ego, no reino de Narciso. E então… apenas deixe ir. Lubebas

terça-feira, janeiro 27, 2026

Onde há omissões, traição e indiferença. Desprezo e sonhos arquivados; a face oculta fecha a porta. Sentar e conversar não foi importante; pouco importou a verdade. Lubebas

Onde imperam omissões, traição e indiferença, o desprezo e os sonhos arquivados prevalecem. A face oculta fecha a porta. Sentar e conversar não foi importante; pouco importou a verdade. Lubebas

quarta-feira, janeiro 21, 2026

Não há 'talvez', 'quase nada' ou outros contos de fadas. A fantasia desfez-se como cenas de cinema. A linha do carretel rompeu-se, levando a pipa a voar sem direção. É preciso definir onde não há mais espaço para lapidarmos diamantes, deixando claro que o currículo não é a realidade. São mentiras nada doces, deselegância e falta de respeito. Não se trata de uma guerra dos sexos; é, simplesmente, uma amizade que não brilhou. Lubebas.

🩵 Não há 'talvez', 'quase nada' ou outros contos de fadas. A fantasia desfez-se como cenas de cinema. A linha do carretel rompeu-se, levando a pipa a voar sem direção. É preciso definir onde não há mais espaço para lapidarmos diamantes, deixando claro que o currículo não é a realidade. São mentiras nada doces, deselegância e falta de respeito. Não se trata de uma guerra dos sexos; é, simplesmente, uma amizade que não brilhou. Lubebas. 🩵 O seu texto carrega o peso de um ciclo que se encerra sem o benefício da dúvida. Ao usar a metáfora do carretel rompido, você descreve uma perda de controle e de propósito: quando a conexão se quebra, o que resta não é mais passível de "lapidação". Aqui estão os pontos centrais da sua reflexão: O Fim da Idealização: A "cena de cinema" e o "talvez" dão lugar à crueza dos fatos. É o reconhecimento de que insistir em algo que não possui base real é prolongar uma fantasia . Currículo vs. Realidade: Você aponta a discrepância entre o que alguém projeta (o currículo) e quem a pessoa realmente é nas atitudes diárias (as "mentiras nada doces" e a falta de respeito). A Descaracterização do Conflito: Ao afirmar que não é uma "guerra dos sexos", você retira o peso ideológico e foca no interpessoal: foi uma amizade que não brilhou. Não há vilões genéricos, apenas uma incompatibilidade de valores e de brilho. 🩵

sábado, janeiro 17, 2026

Ligava a qualquer momento e sempre chorava as tristezas do coração. Eu a ouvia com carinho e amizade. Ela se casou e mudou. Não liga mais; foi viver sua vida de casada e feliz. Eu fico feliz, e ela sempre soube que estarei aqui. Lubebas.

🩵 Ela costumava me ligar a qualquer hora, desabafando as dores do coração. Eu a acolhia com toda a minha amizade. Mas a vida seguiu, ela se casou e o silêncio se instalou. Hoje, vive sua felicidade no casamento e as ligações cessaram. Sigo feliz por ela, na certeza de que ela sabe: Meu abraço e meu ouvido continuam aqui, disponíveis como sempre. Lubebas 💧

sexta-feira, janeiro 16, 2026

quarta-feira, janeiro 14, 2026

Eu desenhei a minha metade, o amor e a ternura do laço. Fiz a lua mais bonita no teto e a colori com estrelas. Minha parte pura e verdadeira, confiante e fiel até o final. Não vivi um conto de fadas; conheci a outra face do amor oferecido. O lado B de muitos é feio, impróprio, e não cabe trair quando o amor é o caminho. Lubebas

🩵 Eu desenhei a minha metade: o amor e a ternura do laço. Fiz da lua a mais bonita no teto e a pintei com estrelas. Fui parte pura e verdadeira, confiante e fiel até o fim. Não vivi um conto de fadas; conheci a outra face do amor que se oferece. O lado B de muitos é feio e impróprio, pois não há espaço para traição quando o amor é o caminho. Desenhei a minha metade com amor e ternura. Fiz a lua mais bonita e a cobri de estrelas. Fui pura, verdadeira, confiante e fiel até o fim. Não vivi um conto de fadas; conheci o outro lado do amor. E quando o amor é o caminho, trair não cabe. Lubebas