sábado, dezembro 10, 2011

HOMENAGEM A ETERNA CLARICE LISPECTOR.Clarice Lispector, nascida Haia Pinkhasovna Lispector (Tchetchelnik, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritora e jornalista brasileira, nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira.

BiografiaDe origem judaica, Clarice foi a terceira filha de Pinkouss e de Mania Lispector. Nasceu na cidade de Tchetchelnik enquanto seus pais percorriam várias aldeias da Ucrânia por conta da perseguição aos judeus durante a Guerra Civil Russa de 1918-1921. Chegou ao Brasil quando tinha dois meses de idade[1], e sempre que questionada de sua nacionalidade, Clarice afirmava não ter nenhuma ligação com a Ucrânia - "Naquela terra eu literalmente nunca pisei: fui carregada de colo" - e que sua verdadeira pátria era o Brasil.[2]




A família chegou a Maceió em março de 1922, sendo recebida por Zaina, irmã de Mania, e seu marido e primo José Rabin. Por iniciativa de seu pai todos mudaram de nome, exceto Tânia, sua irmã. O pai passou a se chamar Pedro; Mania, Marieta; Leia, sua irmã, Elisa; e Haia, por fim, Clarice. Pedro passou a trabalhar com Rabin, já um próspero comerciante.[1] Com dificuldades de relacionamento com Rabin e sua família, Pedro decide mudar-se para Recife, então a cidade mais importante do Nordeste.



Clarice Lispector começou a escrever logo que aprendeu a ler, na cidade do Recife, onde passou parte da infância no bairro de Boa Vista. Estudou no Ginásio Pernambucano de 1932 a 1934. Falava vários idiomas, entre eles o francês e o inglês. Cresceu ouvindo no âmbito domiciliar o idioma materno, o iídiche.



Sua mãe morreu em 21 de setembro de 1930 (Clarice tinha apenas 9 anos), após vários anos sofrendo com as consequências da Sífilis, supostamente contraída por conta de um estupro sofrido durante a Guerra Civil Russa, enquanto a família ainda estava na Ucrânia. Clarice sofreu com a morte da mãe, e muitos de seus textos refletem a culpa que a autora sentia e figuras de milagres que salvariam sua mãe.[2]



Quando tinha 15 anos seu pai decidiu se mudar para o Rio de Janeiro. Sua irmã Elisa conseguiu um emprego no ministério, por intervenção do então ministro Agamemnon Magalhães, enquanto seu pai teve dificuldades em achar uma oportunidade na capital. Clarice estudou em uma escola primária na Tijuca, até ir para o curso preparatório para a Faculdade de Direito. Foi aceita para a Escola de Direito na então Universidade do Brasil em 1939. Se viu frustrada com muitas das teorias ensinadas no curso, e descobriu um escape: a literatura. Em 25 de maio de 1940, com apenas 19 anos, publicou seu primeiro conto "Triunfo" na Revista Pan.



Três depois, após uma cirurgia simples para a retirada de sua vesícula biliar, seu pai Pedro morre de complicações do procedimento. As filhas ficam arrasadas com as circunstâncias da morte tão inesperada, e como consequência Clarice se afasta da religião judaica. No mesmo ano, Clarice chama a atenção (provavelmente com o conto "Eu e Jimmy") de Lourival Fontes, então chefe do Departamento de Imprensa e Propaganda (órgão responsável pela censura no Estado Novo de Getúlio Vargas), e é alocada para trabalhar na Agência Nacional, responsável por distribuir notícias aos jornais e emissoras de rádio da época. Lá conheceu o escritor Lúcio Cardoso, por quem se apaixonou (não correspondido, já que Lúcio era homossexual) e de quem se tornou amiga íntima [2].



Em 1943, no mesmo ano de sua formatura, casou-se com o colega de turma Maury Gurgel Valente, futuro pai de seus dois filhos. Maury foi aprovado no concurso de admissão na carreira diplomática, e passou a fazer parte do quadro do Ministério das Relações Exteriores. Em sua primeira viagem como esposa de diplomata, Clarice morou na Itália onde serviu durante a Segunda Guerra Mundial como assistente voluntária junto ao corpo de enfermagem da Força Expedicionária Brasileira. Também morou em países como Inglaterra, Estados Unidos e Suíça, países para onde Maury foi escalado. Apesar disso, sempre falou em suas cartas a amigos e irmãs como sentia falta do Brasil.



Em 10 de agosto de 1948, nasce seu primeiro filho, Pedro, em Berna na Suiça.[3]. Quando criança Pedro se destacava por sua facilidade de aprendizado, porém na adolescência sua falta de atenção e agitação foram diagnosticados como esquizofrenia. Clarice se sentia de certa forma culpada pela doença do filho, e teve dificuldades para lidar com a situação.[2]



Em 10 de fevereiro de 1953, nasce Paulo, o segundo filho de Clarice e Maury, em Washington, D.C., nos Estados Unidos.[3]



Em 1959 se separou do marido que ficou na Europa e voltou permanentemente ao Rio de Janeiro com seus filhos, morando no Leme.[2] No mesmo ano assina a coluna "Correio feminino - Feira de Utilidades", no jornal carioca Correio da Manhã, sob o pseudônimo de Helen Palmer. No ano seguinte, assume a coluna "Só para mulheres", do Diário da Noite, como ghost-writer da atriz Ilka Soares.



Provoca um incêndio ao dormir com um cigarro acesso em 14 de setembro de 1966, seu quarto fica destruído e a escritora é hospitalizada entre a vida e a morte por três dias. Sua mão direita é quase amputada devido aos ferimentos, e depois de passado o risco de morte, ainda fica hospitalizada por dois meses.[3]



Em 1975 foi convidada a participar do Primeiro Congresso Mundial de Bruxaria, em Cali na Colômbia. Fez uma pequena apresentação na conferência, e falou do seu conto "O ovo e a Galinha", que depois de traduzido para o espanhol fez sucesso entre os participantes. Ao voltar ao Brasil, a viagem de Clarice ganhou ares mitológico, com jornalistas descrevendo (falsas) aparições da autora vestida de preto e coberta de amuletos. Porém, a imagem se formou, dando a Clarice o título de "a grande bruxa da literatura brasileira". Seu próprio amigo Otto Lara Resende disse sobre a obra de Lispector: "não se trata de literatura, mas de bruxaria." [2]



Foi hospitalizada pouco tempo depois da publicação do romance A Hora da Estrela com câncer inoperável no ovário, diagnóstico desconhecido por ela. Faleceu no dia 9 de dezembro de 1977, um dia antes de seu 57° aniversário. Foi enterrada no Cemitério Israelita do Caju, no Rio de Janeiro, em 11 de dezembro. Até a manhã de seu falecimento, mesmo sob sedativos, Clarice ainda ditava frases para a amiga Olga Borelli.[2]



Durante toda sua vida Clarice teve diversos amigos de destaque como Fernando Sabino, Lúcio Cardoso, Rubem Braga, San Tiago Dantas e Samuel Wainer, entre diversos outros literários e personalidades.


Em dezembro de 1943, publicou seu primeiro romance, Perto do Coração Selvagem. Escrito quando tinha 19 anos, o livro apresenta Joana como protagonista, a qual narra sua história em dois planos: a infância e o início da vida adulta. A literatura brasileira era nesta altura dominada por uma tendência essencialmente regionalista, com personagens contando as dificuldades da realidade social do país na época. Clarice Lispector surpreendeu a crítica com seu romance, seja pela problemática de caráter existencial, completamente inovadora, seja pelo estilo solto, elíptico e fragmentário. Este estilo de escrita se tornou marca característica da autora, como pode ser observado em seus trabalhos subsequentes.




Na época da publicação, muitos associaram o seu estilo literário introspectivo a Virginia Woolf ou James Joyce, embora ela afirme não ter lido nenhum destes autores antes de ter escrito seu romance inaugural.[4] A epígrafe de Joyce e o título, inspirado em citação do livro de Joyce Retrato do Artista quando Jovem, foram sugeridos por Lúcio Cardoso após o livro ter sido escrito. Perto do coração selvagem ganhou o prêmio da Fundação Graça Aranha de melhor romance de estreia, em outubro de 1944.[3]



Em 1946, em uma viagem ao Rio de Janeiro , lança seu segundo livro O Lustre.



Em 1964 Clarice lança dois livros: A Legião Estrangeira, uma coletânea de contos, e o romance A Paixão segundo G.H.. Ambos os livros foram publicados pela Editora do Autor, liderada pelos amigos Fernando Sabino e Rubem Braga.



Em 1970, começa a escrever um novo livro com o título de Atrás do Pensamento: Monólogo com a Vida. Mais tarde é renomeado de Objeto Gritante. Finalmente é lançado em 1973 com o título definitivo de Água Viva. O livro foi sucesso de crítica e público, ao ponto de o cantor Cazuza o ter lido 111 vezes [2][3].



Durante a década de 1970, após ser demitida do Jornal do Brasil (todos os judeus que trabalhavam na publicação foram demitidos neste período), a autora começa a traduzir obras do francês e do inglês para a Editora Artenova. Entre as obras estão contos de Edgar Allan Poe, O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde, dois romances de Agatha Christie e Entrevista com o Vampiro de Anne Rice.[2]



Em 1974, publicou mais dois livros de contos, novamente pela Artenova: A Via Crucis do Corpo e Onde Estivestes de Noite. A primeira edição deste último foi retirada de circulação porque foi colocado um ponto de interrogação no título, erroneamente.[3]. Já A Via Crucis levantou polêmica com seu alto caráter sexual, e por não ter sido considerado à altura dos outros trabalho de Clarice, a revista Veja e o Jornal do Brasil chegaram a chamar a obra de "lixo".[2]



A obra de Clarice ultrapassa qualquer tentativa de classificação. A escritora e filósofa francesa Hélène Cixous vai ao ponto de dizer que há uma literatura brasileira A.C. (Antes da Clarice) e D.C. (Depois da Clarice).



Além de escritora, Clarice foi colunista do Jornal do Brasil, do Correio da Manhã e Diário da Noite. As colunas, que foram publicadas entre as décadas de 60 e 70, eram destinadas ao público feminino, e abordavam assuntos como dicas de beleza, moda e comportamento. Em meados de 1970, Lispector começou a trabalhar no livro Um sopro de vida: pulsações, publicado postumamente. Este livro consiste de uma série de diálogos entre o "autor" e sua criação, Angela Pralini, personagem cujo nome foi emprestado de outro personagem de um conto publicado em Onde estivestes de noite. Esta abordagem fragmentada foi novamente utilizada no seu penúltimo e, talvez, mais famoso romance, A Hora da Estrela. No romance, Clarice conta a história de Macabéa, uma datilógrafa criada no Estado de Alagoas que migra para o Rio de Janeiro e vai morar em uma pensão, tendo sua rotina narrada por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M. O livro descreve a pobreza e a marginalização no Brasil, temática que pouco aparece ao longo da sua obra. A história de Macabéa foi publicada poucos meses antes da morte de Clarice.



































terça-feira, dezembro 06, 2011

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”




Amyr Klink

 

Maria Bethânia - Tocando em Frente

Caetano Veloso - Sonhos.

sábado, dezembro 03, 2011

APRENDIZ DE MIM... POEMA DE LUBEBA'S COLIBBRI

 Ando por aí
Qualquer lugar
Sempre observadora
Com flores no olhar
Um sorriso bonito
Ando por aí
Com chuva
Com sol
Adormeço com o luar
Conto estrelas
Rezo e sinto saudades
Um  dia encontrarei respostas
Sigo a vida com perguntas
Sigo o rio
Vou sem medo das pedras
Pago os pedágios
Como bolo e bebo vinho
Não fumo mais um cigarro básico
Mas levo comigo o celular
Gosto de ir onde nunca fui
Encontro raios pelo caminho
Vivo como aprendiz de mim...
De: Lubeba's Colibbri

sexta-feira, dezembro 02, 2011


EU LEVO DA VIDA OS DIAS DE ASAS.
EU LEVO DA VIDA OS CONFINS QUE POUSEI.
EU LEVO DA VIDA OS BONS SENTIMENTOS.
EU LEVO DA VIDA O LUAR E AS ESTRELAS.
AS CORES IRÃO COMIGO PARA MIL COLORIDOS.
NÃO TENHO NADA PRONTO.
ME PREOCUPEI EM VIVER FELIZ!
DE: LUBEBA'S COLIBBRI

PARA VIVER EM PAZ BASTA-ME
UMA CAMISETINHA BÁSICA,
UM JEANS SEMPRE AMIGO,
UM ÓCULOS DE SOL,
UM CADERNO E UMA CANETA.
E COMO HOBBY BASTA-ME LEVAR
UMA MÁQUINA FOTOGRÁFICA.
E ALGUMAS ETERNAS CANÇÕES.
SOU A ÚLTIMA MULHER ROMÂNTICA.
APRENDI QUE A VIDA É UMA CIRANDA.
VOU POR AI SEM MEDO DE CAIR E LEVANTAR...
SORRINDO DE TUDO, ATÉ DE MIM!
QUERO APENAS VIVER ASSIM ATÉ O FIM.
EIS-ME INTEIRA!
DE: LUBEBA'S COLIBBRI

SAGITARIANA

Sagitaria e feliz.
Livre e observadora.
Amiga e silenciosa.
Alegre, boba e sensível.
Assim...
Voando sem medo de cair.
Aprendendo com a vida.
Uma Mulher...
De: Lubeba's Colibbri
Vivendo um dia de cada vez...







Sem pressa.







Em sintonia com a vida.






Observando tudo ao redor.






Feliz!

Clarice Lispector... Uma mulher inteira sem medo de suas metades. Lubebas

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Lubeba's

Com o velho Jeans sigo por aí...
Com o sorriso de sempre.
O olhar de menina.
Sigo estradas sem medo do tempo.
Gosto de chuva como banho puro.
Sigo na simplicidade de um dia apenas.
Caminho com o pés no chão.
Observo a vida.
Vivo a vida.
Adoro molhar os pés no mar...
Me faz sonhar...
De: Lubebas


quarta-feira, novembro 23, 2011

Encontrar-se também é perder-se! Cair e levantar é lapidar-se! De: Lubebas Colibbri







A vida tem a cor que você colorir...A vida é bela e simples...A vida é ligeira...Um dia vamos embora...Tudo pertence a Terra, não levaremos nada além dos bons sentimentos. Bens ficarão na terra.Tudo pertence ao planeta Terra. Da vida  levarás os bons exemplos, e os bons sentimentos. O restante ficará na Terra. A alma vai embora no labirinto da vida que souberes desenhar e trilhar. De: Lubebas

terça-feira, novembro 15, 2011

A vida é bela e tem a cor que você colorir...A vida tem asas e pouso de beija-flor. Autoria: Lubeba's Colibbri

A vida é bela e tem a cor que você colorir...A vida tem asas e pouso de beija-flor. Autoria: Lubeba's Colibbri


"Uma vida sem reflexão, não merece ser vivida" Platão


Regras para ser humano - Chérie Carter-Scott






Regras para ser humano - Chérie Carter-Scott



Quando você nasceu, não veio com manual do proprietário. Essas dicas


fazem a vida funcionar melhor:






1. Você vai receber um corpo.


Pode amá-lo ou detestá-lo, mas é a única coisa que você com certeza


possuirá até o fim da sua vida.






2. Você vai aprender lições.


Ao nascermos, somos imediatamente inscritos numa escola informal


chamada "Vida no Planeta Terra". Todas as pessoas e acontecimentos são


"professores universais".






3. Não existem erros, apenas lições.


Crescimento é um processo de experimentação, no qual as "falhas" são tão


parte do processo quanto os "sucessos".






4. Uma lição é repetida até que seja aprendida.


Será apresentada a você em várias formas, até que você enfim entenda.


Poderá, então, passar para a próxima lição.






5. Se não aprender as lições fáceis, elas se tornam difíceis.


Problemas externos são o preciso reflexo do seu estado interior. Quando


você limpa obstruções, seu mundo exterior muda. A dor é o jeito do


universo chamar a sua atenção.






6. Você saberá quando aprendeu uma lição quando suas ações mudarem.


Sabedoria é prática. Um pouco de alguma coisa é melhor do que muito de


nada.






7. "Lá" não é melhor do que "aqui".


Quando "lá" se torna "aqui", você vai simplesmente arranjar outro "lá",


que de novo parecerá melhor que "aqui".






8. Os outros são meros espelhos de você.


Você não pode amar ou odiar alguma coisa sobre o outro a menos que


reflita algo que você ama ou odeia em você mesmo.






9. Sua vida, só você decide.


A vida dá a tela, você faz a pintura. Escolha as cores e pegue os


pincéis. Tome para você o comando de sua vida ou alguém o fará.






10. Você sempre consegue o que quer.


Seu subconsciente determina quais energias, experiências e pessoas você


atrai. Assim, o único jeito certeiro de saber o que você quer é ver o


que você tem. Não existem vítimas, apenas estudantes.






11. Não existe certo ou errado, mas existem conseqüências.


Dar lição de moral não ajuda. Julgar também não. Apenas faça o melhor


que puder.






12. Suas respostas estão dentro de você.


Crianças precisam de direção dos outros. Quando amadurecemos, confiamos


em nossos corações, onde as leis universais estão escritas. Você sabe


mais do que ouviu ou aprendeu. Tudo que você precisa é olhar, prestar


atenção, e confiar.






13. Você vai esquecer tudo isso.






14. Mas pode lembrar sempre que quiser.






do livro "If Life is a Game, These are the Rules" de Cherie Carter-Scott






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Bernardo de Claraval

"Há quem busque o saber pelo saber: é uma torpe curiosidade.



Há quem busque o saber para se exibir: é uma torpe vaidade.


Há quem busque o saber para vendê-lo: é um torpe tráfico.


Mas há quem busque o saber para edificar, e isto é caridade.


E há quem busque o saber para se edificar, e isto é prudência"


Bernardo de Claraval