Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Sou isso hoje...
Amanhã, já me reinventei.
Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar...
Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro também!"
Depois de sonhar tantos anos, De fazer tantos planos De um futuro pra nós Depois de tantos desenganos, Nós nos abandonamos como tantos casais Quero que você seja feliz Hei de ser feliz também
Depois de varar madrugada Esperando por nada De arrastar-me no chão Em vão Tu viraste-me as costas Não me deu as respostas Que eu preciso escutar Quero que você seja melhor Hei de ser melhor também
Nós dois Já tivemos momentos Mas passou nosso tempo Não podemos negar Foi bom Nós fizemos histórias Pra ficar na memória E nos acompanhar Quero que você viva sem mim Eu vou conseguir também
Depois de aceitarmos os fatos Vou trocar seus retratos pelos de um outro alguém Meu bem Vamos ter liberdade Para amar à vontade Sem trair mais ninguém Quero que você seja feliz Hei de ser feliz também Depois
São ainda misteriosas as origens exatas dos doze animais da astrologia chinesa: Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galo, Cão e Porco. Mas esses animais continuam importantes para a astrologia chinesa e seu significado é muito mais amplo do que simplesmente representar a tendência geral do ano ou as possibilidades de felicidade ou infortúnio que nos aguardam. Os doze animais que são os signos da astrologia chinesa são considerados como um reflexo do próprio Universo.
Os chineses medem a passagem do tempo com ciclos de sessenta anos. Os doze animais astrológicos aparecem cinco vezes durante o ciclo de sessenta anos, surgindo de forma ligeiramente diferente a cada vez. E então, a qual signo você pertence? Qual o seu caráter? Quais os signos compatíveis com o seu? Para saber mais sobre o assunto, aponte para o signo que corresponda ao ano em que você nasceu.
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"Às vezes é preciso recolher-se. O coração não quer obedecer, mas alguma vez aquieta; a ansiedade tem pés ligeiros, mas alguma vez resolve sentar-se à beira dessas águas. Ficamos sem falar, sem pensar, sem agir. É um começo de sabedoria, e dói. Dói controlar o pensamento, dói abafar o sentimento, além de ser doloroso parece pobre, triste e sem sentido. Amar era tão infinitamente melhor; curtir quem hoje se ausenta era tão imensamente mais rico. Não queremos escutar essa lição da vida, amadurecer parece algo sombrio, definitivo e assustador. Mas às vezes aquietar-se e esperar que o amor do outro nos descubra nesta praia isolada é só o que nos resta. Entramos no casulo fabricado com tanta dificuldade, e ficamos quase sem sonhar. Quem nos vê nos julga alheados, quem já não nos escuta pensa que emudecemos para sempre, e a gente mesmo às vezes desconfia de que nunca mais será capaz de nada claro, alegre, feliz. Mas quem nos amou, se talvez nos amar ainda há de saber que se nossa essência é ambigüidade e mutação, este silencio é tanto uma máscara quanto foram, quem sabe, um dia os seus acenos."
John Talla (Trevor Morgan) é um talentoso e problemático estudante de artes de 18 anos que quer se tornar um grande artista. Ao conhecer Nicoli Seroff (Armin Mueller-Stahl), um genial pintor, ele insiste para que o velho mestre o ensine a pintar. Mas Seroff não só desistiu da arte, mas também da vida e quer ficar em paz.
Baseado no romance homônimo da escritora Isabel Allende, este drama mistura romance, política e espiritualidade. Apesar de parecer estranho o roteiro é muito bem construído e o resultado é um filme inteligente e que prende a atenção do expectador. A filme mostra a saga da família Trueba desde a década de 20 até os anos 70 no Chile. O patriarca, Esteban Trueban (Irons) é um homem determinado e rude, casado com a amorosa Clara (Streep), pai de Blanca (Ryder) e irmão de Férula (Close). As relações familiares são muitas vezes conflituosas, principalmente entre pai e filha que tem posturas bem diferentes. Ogrande sustentáculo da família é Clara, que através do seu amor por sua família consegue dar equilíbrio e ser o elo de ligação entre todos. Possuidora de mediunidade e de uma visão espiritualizada da vida ela sempre possui uma palavra de conforto e esperança. O filme mostra a mediunidade como uma coisa natural e sem apelar para o sensacionalismo, além de reforçar a idéia de que a morte física é apenas um estágio de algo maior e que o amor continua a existir além da vida material.. Outro aspecto importante do filme é o seu caráter político, retratando o golpe no Chile e a tomada de poder pelos militares e como isto repercutiu nesta família e consequentemente em toda a população do país. A questão da necessidade de aproveitarmos a vida com sabedoria, procurando valorizar as coisas que realmente são importantes, como a família, o amor e a felicidade são colocadas para a reflexão do expectador. Contando com um elenco excelente, uma fotografia muito bonita e uma direção segura e sensível, o filme é imperdível e merece ser visto. Algumas cenas fortes podem impressionar as crianças. Mas A Casa dos Espíritos é um programa obrigatório para quem gosta de cinema e também aprecia filme de teor espiritual.
Elenco: Meryl Streep, Glenn Close, Jeremy Irons, Winona Ryder, Antonio Banderas, Vanessa Redgrave, Maria Conchita, Armin Mueller-Stahl, Jan Nicklas,
Sinopse: Em Depois de Partir Nathan é um brilhante advogado que mora em Nova Iorke e possui uma carreira brilhante, bem diferente de sua vida pessoal que desmoronou após seu divórcio com Claire, seu único amor. Um dia ele conhece o doutor Kay, um médico misterioso que seu apresenta como o “Mensageiro” e alega pressentir quando alguém está próximo da morte. Nathan custa a acreditar na profecia do médico, até que ele testemunha alguns acontecimentos que confirmaram as palavras do tal médico e mostram que seus dias na terra estão esgotando.
Desde a trágica morte de sua família, o compositor John Russell abandonou Nova York e agora vive numa casa solitária na esperança de continuar compondo e encontrar a paz. Enquanto aprecia o silêncio e solidão de sua nova residência, começa a ver constantemente o corpo de um rapaz. Em suas andanças pela casa, descobre uma entrada secreta para um antigo quarto de criança que permanecia esquecido. Nele John encontra uma cadeira de rodas e uma caixinha de música e tem o pressentimento de que alguma coisa terrível aconteceu naquele quarto. Devido ao trauma ele está receptivo para se comunicar com os espíritos ocupantes da casa, e tenta fazer contato através de um médium. A sessão espírita revela um acontecimento que permanecia, até então, em segredo...
O Mundo de Sofia (Sofies verden em norueguês) é um romance escrito por Jostein Gaarder, publicado em 1991. O livro foi escrito originalmente em norueguês, mas já foi traduzido para mais de 50 línguas, teve sua primeira edição em português em 1995, que atualmente se encontra em sua 70ª reimpressão. Somente na Alemanha foram vendidos 3 milhões de cópias.
O livro funciona tanto como romance, como um guia básico de filosofia. Também tem temas conservacionistas e a favor da ONU. Em 1999, foi adaptada para um filme norueguês; entretanto, não foi largamente publicado fora da Noruega. Esse filme também foi apresentado como uma minissérie na Austrália, se não em outros lugares. Também foi adaptado para jogo de PC pela Learn Technologies em 1998.Recentemente, em 2008 essa versão cinematográfica do livro foi lançado no Brasil oficialmente em DVD.
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.