Gravuras de Lubeba's
"Gravuras, séries de desenhos, fotos, pensamentos e Poemas" Autoria: Lubebas - ( lbbassani@gmail.com)
quarta-feira, maio 11, 2011
quinta-feira, maio 05, 2011
segunda-feira, maio 02, 2011
domingo, maio 01, 2011
sexta-feira, abril 29, 2011
Dama da Noite
A beleza da flor dama da noite é plena e sua exatidão dura uma noite apenas.
Tamanho encanto e beleza perpetua-se na alma de quem se apaixona pela flor e pelo perfume que exala paz, paixão e amor...
De:Lubebas
Tamanho encanto e beleza perpetua-se na alma de quem se apaixona pela flor e pelo perfume que exala paz, paixão e amor...
De:Lubebas
Um Pedacinho...
Todos os dias somos o sinal.
SIM e NÃO!
A escolha é de cada um...
Um pedacinho de vida todos os dias
é saber colorir a mágica de viver...
De: Lubeba's
SIM e NÃO!
A escolha é de cada um...
Um pedacinho de vida todos os dias
é saber colorir a mágica de viver...
De: Lubeba's
quinta-feira, abril 28, 2011
Pensamento...
Vou viajar até o luar com duas taças de vinho tinto.
Com as estrelas confidentes seguir sem segredos,
secretamente como sempre fui...
De: Lubebas
quinta-feira, abril 21, 2011
terça-feira, abril 19, 2011
NÃO BASTA EXISTIR, É PRECISO VIVER
Não basta existir, é preciso viver. E viver é muito mais que existir.
Viver implica aprender e, para ser aprendiz, é preciso humildade para reconhecer a própria ignorância.
Viver implica educar-se para o amor, e, amando e amado, experimentar a angústia de saber-se iluminado sem sentir-se luz, vivenciando as dores e as venturas de sentir-se completo sem poder ser pleno.
Viver implica movimento. E não há movimento sem esforço e atrito.
A vida é dinâmica, jamais se estanca. Vibra serena e sem pressa, embora nunca pare para esperar quem ignore seu ritmo.
Para existir, basta estar. Para viver, é preciso ser, por inteiro. E para viver, ainda que existindo, é preciso ser estar e estar, num ser único.
Viver implica acreditar-se imortal e eterno, mesmo sabendo que nada é permanente.
Viver implica progredir, ir adiante, avançar.
Viver é existir de todas as formas e em todas as dimensões, amando cada uma delas.
Para viver, não basta ver, ouvir, pensar e falar, pois estas são manifestações da existência. Para viver, é preciso sentir, mergulhar em si mesmo e sair, novamente, para observar-se sem paixão.
Viver implica iluminar-se e, sob a luz da própria consciência, apontar os próprios defeitos e limites.
Viver implica assumir a responsabilidade pelos próprios atos, transformando-os todos em gestos de amor e compaixão.
Viver implica conhecer-se, profundamente, e, ciente de si, deixar de enganar-se, trabalhando para mudar aquilo que não está bem.
Viver implica reconhecer, no universo, o próprio lar; nas humanidades cósmicas, a própria família; na criação infinita, o próprio berço; e na natureza a própria saúde e o único sustento.
Não há vida sem troca, não há troca sem perdas, não há perdas sem ganhos, não há ganhos sem lutas, não há lutas sem dor, não dor sem razão; e não razão fora da vida.
Viver é muito mais que existir, mas ninguém aprende a viver plenamente sem existir, muitas vezes, de muitas maneiras.
Viver é transcender o que se pensa saber da vida, para assimilar-lhe a verdadeira sabedoria.
Viver implica arriscar-se. E o maior risco é errar.
Mas viver também implica estar certo. E a maior certeza é a de que, a cada erro, mais se pode aprender.
Para existir basta ter sangue nas veias e ar nos pulmões. Para viver, no entanto, é preciso sangrar e sufocar-se de tanto amor.
Na existência, há apenas meias verdades e grandes mentiras, enquanto a vida no conduz ao coração da única verdade absoluta.
Viver é manifestar-se sem tempo ou espaço; é ser fogo ardendo sempre, sem se queimar; é verbo que não se conjuga, apenas se pratica; é palavra que não se define, apenas se diz; é conceito que não se explica, apenas se vive.
Viver é estar no todo, sendo tudo, sem nunca esgotar-se.
Quem vive, canta por dentro, a despeito do silêncio exterior. Quem vive, existe em todos os lugares, sem pertencer a nenhum. Quem vive, busca, em si mesmo, o que deseja para o seu caminho e, quando encontra, volta a buscar.
Quem vive, não vê morte, apenas transformação; não morre, transmuta-se para a vida; não nasce, apenas passa pela morte para viver.
Viver é ir mais, mudar sempre, virar-se e revirar-se, buscar o próprio avesso, sem saber onde fica o direito.
Viver é enxergar a luz, mesmo nas sombras, e criar luz nas próprias trevas.
Viver é expandir a própria existência para além dos limites imaginados.
Viver é doar-se, sem pedir; é ceder, sem resistir; é entregar-se, sem recear.
Quem vive, renasce um novo ser todos os dias.
Quem vive, tem a própria existência traçada a lápis e recria o próprio destino, minuto a minuto, com a borracha da sabedoria e do perdão.
Quem vive, não sabe o caminho ou quando chegará, para sabe para onde está indo.
Quem vive, continua na morte e recria-se ao nascer, sabendo que é preciso morrer para nascer e é preciso existir para morrer.
Viver é ter na própria consciência uma única história, representada por milhares de faces, nomes, episódios de milhares de existências.
Para viver, não basta existir, pois existir é pouco para um ser que nasceu para ser Deus.
- Maísa Intelisano –
São Paulo, 02 de fevereiro de 2005.
Esse texto foi inspirado espiritualmente por um amparador extrafísico, durante uma reunião do Grupos de Estudos e Assistência Espiritual do IPPB.
Não basta existir, é preciso viver. E viver é muito mais que existir.
Viver implica aprender e, para ser aprendiz, é preciso humildade para reconhecer a própria ignorância.
Viver implica educar-se para o amor, e, amando e amado, experimentar a angústia de saber-se iluminado sem sentir-se luz, vivenciando as dores e as venturas de sentir-se completo sem poder ser pleno.
Viver implica movimento. E não há movimento sem esforço e atrito.
A vida é dinâmica, jamais se estanca. Vibra serena e sem pressa, embora nunca pare para esperar quem ignore seu ritmo.
Para existir, basta estar. Para viver, é preciso ser, por inteiro. E para viver, ainda que existindo, é preciso ser estar e estar, num ser único.
Viver implica acreditar-se imortal e eterno, mesmo sabendo que nada é permanente.
Viver implica progredir, ir adiante, avançar.
Viver é existir de todas as formas e em todas as dimensões, amando cada uma delas.
Para viver, não basta ver, ouvir, pensar e falar, pois estas são manifestações da existência. Para viver, é preciso sentir, mergulhar em si mesmo e sair, novamente, para observar-se sem paixão.
Viver implica iluminar-se e, sob a luz da própria consciência, apontar os próprios defeitos e limites.
Viver implica assumir a responsabilidade pelos próprios atos, transformando-os todos em gestos de amor e compaixão.
Viver implica conhecer-se, profundamente, e, ciente de si, deixar de enganar-se, trabalhando para mudar aquilo que não está bem.
Viver implica reconhecer, no universo, o próprio lar; nas humanidades cósmicas, a própria família; na criação infinita, o próprio berço; e na natureza a própria saúde e o único sustento.
Não há vida sem troca, não há troca sem perdas, não há perdas sem ganhos, não há ganhos sem lutas, não há lutas sem dor, não dor sem razão; e não razão fora da vida.
Viver é muito mais que existir, mas ninguém aprende a viver plenamente sem existir, muitas vezes, de muitas maneiras.
Viver é transcender o que se pensa saber da vida, para assimilar-lhe a verdadeira sabedoria.
Viver implica arriscar-se. E o maior risco é errar.
Mas viver também implica estar certo. E a maior certeza é a de que, a cada erro, mais se pode aprender.
Para existir basta ter sangue nas veias e ar nos pulmões. Para viver, no entanto, é preciso sangrar e sufocar-se de tanto amor.
Na existência, há apenas meias verdades e grandes mentiras, enquanto a vida no conduz ao coração da única verdade absoluta.
Viver é manifestar-se sem tempo ou espaço; é ser fogo ardendo sempre, sem se queimar; é verbo que não se conjuga, apenas se pratica; é palavra que não se define, apenas se diz; é conceito que não se explica, apenas se vive.
Viver é estar no todo, sendo tudo, sem nunca esgotar-se.
Quem vive, canta por dentro, a despeito do silêncio exterior. Quem vive, existe em todos os lugares, sem pertencer a nenhum. Quem vive, busca, em si mesmo, o que deseja para o seu caminho e, quando encontra, volta a buscar.
Quem vive, não vê morte, apenas transformação; não morre, transmuta-se para a vida; não nasce, apenas passa pela morte para viver.
Viver é ir mais, mudar sempre, virar-se e revirar-se, buscar o próprio avesso, sem saber onde fica o direito.
Viver é enxergar a luz, mesmo nas sombras, e criar luz nas próprias trevas.
Viver é expandir a própria existência para além dos limites imaginados.
Viver é doar-se, sem pedir; é ceder, sem resistir; é entregar-se, sem recear.
Quem vive, renasce um novo ser todos os dias.
Quem vive, tem a própria existência traçada a lápis e recria o próprio destino, minuto a minuto, com a borracha da sabedoria e do perdão.
Quem vive, não sabe o caminho ou quando chegará, para sabe para onde está indo.
Quem vive, continua na morte e recria-se ao nascer, sabendo que é preciso morrer para nascer e é preciso existir para morrer.
Viver é ter na própria consciência uma única história, representada por milhares de faces, nomes, episódios de milhares de existências.
Para viver, não basta existir, pois existir é pouco para um ser que nasceu para ser Deus.
- Maísa Intelisano –
São Paulo, 02 de fevereiro de 2005.
Esse texto foi inspirado espiritualmente por um amparador extrafísico, durante uma reunião do Grupos de Estudos e Assistência Espiritual do IPPB.
sexta-feira, abril 15, 2011
Poesia...
Eu sigo o meu mar.
Ele tem asas no olhar.
Mergulho sem medo da água fria.
Viajo no meu barquinho de papel.
Sou Poeta que gosta de chuva.
Sou Mulher que prefere caminhar
Sou apenas um dia de cada vez.
Meu laço mais azul é Viver...
De: Lubebas
Ele tem asas no olhar.
Mergulho sem medo da água fria.
Viajo no meu barquinho de papel.
Sou Poeta que gosta de chuva.
Sou Mulher que prefere caminhar
Sou apenas um dia de cada vez.
Meu laço mais azul é Viver...
De: Lubebas
sexta-feira, abril 08, 2011
domingo, março 27, 2011
Viver...
Sempre vivendo
Sempre um dia de cada vez
Sem medo do sim e do não
Sempre aprendiz
Sempre livre
Sempre observadora
Sempre fiel aos sentimentos do interior,
da alma,
do amor...
De: Lubebas
Sempre um dia de cada vez
Sem medo do sim e do não
Sempre aprendiz
Sempre livre
Sempre observadora
Sempre fiel aos sentimentos do interior,
da alma,
do amor...
De: Lubebas
sexta-feira, março 25, 2011
Lubeba's
A vida é ligeira e sempre misteriosa. As escolhas são muitas. Voar e pousar é a minha razão. Seguir um dia de cada vez sem medo de mais nada... Lubebas
segunda-feira, março 21, 2011
sexta-feira, março 18, 2011
sexta-feira, março 11, 2011
sexta-feira, março 04, 2011
sábado, fevereiro 26, 2011
Solidão Fátima Irene Pinto
Solidão
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo...
isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...
isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos...
isto é equilíbrio.
Tampouco é a pausa involuntária que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida...
isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
isto é circunstância.
Solidão é muito mais que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa Alma!
(Página 79 do Livro Palavras Para Entorpecer o Coração)
Fátima Irene Pinto
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo...
isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...
isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos...
isto é equilíbrio.
Tampouco é a pausa involuntária que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida...
isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
isto é circunstância.
Solidão é muito mais que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa Alma!
(Página 79 do Livro Palavras Para Entorpecer o Coração)
Soneto de Exatidão Eu serei a que mais ouve do que fala, No meu olho, não verás nem mais um cisco. Do que guardo? ... Tenho eu chave da mala. O que falas? ... Corre apenas por teu risco. Quero ver-me e ver-te do tamanho exato, Nem tu comandante, nem eu comandada. Meu espaço hei de manter, e isto é fato, Minhas asas não serão por ti cortadas ! Compreendo o porquê me controlaste, E o poder que exerceste sem critério, Me retendo qual se eu fora teu fantoche. Eu relevo os teus enganos e contrastes, O teu medo implodido e tão sério, De tornar-se tão somente o meu deboche. Fátima Irene Pinto
Solidão Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência. Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos... isto é equilíbrio. Tampouco é a pausa involuntária que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza. Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isto é circunstância. Solidão é muito mais que isto... Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa Alma! (Página 79 do Livro Palavras Para Entorpecer o Coração) Fátima Irene Pinto
"Eu sei, eu sei, o eterno clichê “isso passa”. Passa sim e, quando passar, algo muito mais triste vai acontecer: eu não vou mais te amar. É triste saber que um dia vou ver você passar e não sentir cada milímetro do meu corpo arder e enjoar. É triste saber que um dia vou ouvir sua voz ou olhar seu rosto e o resto do mundo não vai desaparecer. O fim do amor é ainda mais triste do que o nosso fim. Meu amor está cansado, surrado, ele quer me deixar para renascer depois, lindo e puro, em outro canto, mas eu não quero outro canto, eu quero insistir no nosso canto. Eu me agarro à beiradinha do meu amor, eu imploro pra que ele fique, ainda que doa mais do que cabe em mim, eu imploro pra que pelo menos esse amor que eu sinto por você não me deixe, pelo menos ele, ainda que insuportável, não desista." Tati Bernardi
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
sábado, fevereiro 05, 2011
terça-feira, fevereiro 01, 2011
01 de fevereiro - Aniversário de NORMA
NORMA...Onde você estiver querida e saudosa irmã de todas as caminhadas. Feliz aniversário!!! Deus te ilumina com o brilho das estrelas. Você agora é uma estrela! Brilhe como uma linda Menina Mulher! Saudades sim, tristeza não!!! Te amo irmã. Feliz tudo para você no céu!!! De: Lubebas
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